segunda-feira, 11 de maio de 2015

1º rodada do Brasileirão

O tão aguardado campeonato brasileiro começou com o seguintes resultados

Palmeiras 2 x 2 Atletico Mineiro



O Palmeiras é um organismo em constante mutação. São 21 reforços na temporada (contando com o último, Fellype Gabriel). É uma reformulação quase absoluta – e que demanda tempo, exige paciência. Mas que também gera expectativas. O empate por 2 a 2 com os reservas do Atlético-MG foi decepcionante como resultado e como atuação. O time de Oswaldo de Oliveira teve pouco a bola (48%) e, angustiado com o placar (jamais esteve na frente), apressou o jogo. Sem Cristaldo (artilheiro da temporada, com sete gols) e Leandro Pereira, apostou em Gabriel Jesus, que chegou a seu décimo jogo no clube, o segundo como titular, e ainda não fez gols. Valeu a insistência, valeu o gol feito por Rafael Marques no último minuto, mas o Verdão pode mais. Foram dois pontos perdidos.

Victor foi o único titular do Atlético-MG a ir a campo contra o Palmeiras - duelo intrometido entre os dois jogos com o Inter pelas oitavas de final da Libertadores. A atuação alvinegra foi um aviso de que duas coisas não faltam ao Galo: elenco e treinador. E isso dá mais alento de que é possível superar os gaúchos no torneio continental. O time reserva jogou como o titular jogaria: com naturalidade, com automatismo, sem temores. Houve destaque de uma ponta à outra: da zaga, com Tiago muito seguro, ao ataque, com Jô repetindo o que fizera na final do Mineiro e sendo outra vez definidor - foi dele o segundo gol. Cárdenas, livre para flutuar pelo meio, poderia ter criado mais, e Maicosuel ainda parece um pouco preso. Pena para o Galo foi o gol sofrido no fim – o avesso do que costuma acontecer, vide a vitória sobre a Caldense na decisão estadual e o 2 a 2 com o Inter na ida da Libertadores.


Chapecoense 2 x 2 Coritiba




Vale observar o que disse o presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro, antes do jogo contra o Coritiba: "Nosso objetivo é a permanência na Série A. Não é questão de não ter ambição ou de pensar pequeno: é questão de pés no chão". Oscila entre a humildade e o realismo a colocação do dirigente. Tende mesmo a ser modesta a jornada do time catarinense no Brasileiro. Mas ela começou muito bem. Começou como precisará ser o tempo todo: no suor, na luta. Ao levar um gol tão cedo, logo com três minutos, a Chape já precisou mostrar suas armas mais básicas: a entrega em campo e a força como mandante. Se não tiver isso, o time de Chapecó viverá um longo inverno na competição. Interessante notar o protagonismo dos volantes no 2 a 1: Elicarlos, firme na marcação e dono do primeiro gol, e Gil, liberado para escapulir mais ao ataque – e, consequentemente, responsável por participar do gol da virada, feito por Roger. Futebol moderno exige volantes participativos.

O Coritiba começou bem o ano, acumulando vitórias no estadual, e depois caiu em um abismo. Ou caiu na real mesmo. A questão é que são quatro derrotas seguidas na temporada – as duas da final do Paranaense, por 2 a 0 fora e 3 a 0 em casa (!!) para o Operário, a do primeiro duelo com o Fortaleza pela Copa do Brasil (2 a 1) e agora a virada cedida à Chapecoense. O cheiro é de luta contra o rebaixamento. O técnico Marquinhos Santos se apega aos reforços que ainda não puderam estrear para ver o time evoluir. Mas não são nomes dos mais empolgantes: o zagueiro Leandro Silva, o meia Ruy, o atacante Paulinho... O alento é que Rafhael Lucas tem qualidade para manter no Brasileirão o aproveitamento que teve no início da temporada. Foi dele o gol do Coxa em Chapecó. Ele tem 14 dos 30 gols alviverdes em 2015. Quase 50% - o que dá uma ideia de como o time é dependente do jogador, visto que outras peças (Negueba, por exemplo) ficam longe de render o mesmo que ele.


Fluminense 1 x 0 Joinville





Foram três semanas de treinamento para o Fluminense entre a queda no Campeonato Carioca e a largada no Brasileirão – um luxo em um país de calendário tão estrangulado. O desempenho na volta aos campos, com a vitória de 1 a 0 sobre o Joinville, tem um asterisco que dificulta a análise sobre quão produtivo foi o período sem jogos: o fato de o adversário ter passado três quartos da partida com um jogador a menos em campo. A expulsão precoce de Naldo, aos 22 minutos do primeiro tempo, mexeu no eixo da partida. Claro, já seria natural que o Fluminense atacasse mais. Mas o predomínio virou soberania: 66% a 34% em posse de bola, 23 a 3 em finalizações, 373 a 113 em passes certos. Curiosamente, o Tricolor se mostrou mais agressivo no primeiro tempo, jogando com três volantes, do que no segundo, quando Ricardo Drubscky apostou em escalação mais ofensiva. Robert já entrou no lugar de Pierre no intervalo. Mas foi outra figura saída do banco, Vinícius, quem fez o gol da vitória, aos 42 do segundo tempo.

Hermerson Maria, técnico do Joinville, disse que proibiria seus jogadores de levarem câmeras ao Maracanã para o jogo contra o Fluminense. Se quisessem fazer fotos, que usassem seus celulares antes da partida, e bem rapidinho. A declaração, mesmo em tom de brincadeira, tem lá seu simbolismo: para o JEC, de volta à Série A após 28 anos, era um momento especial – como bem mostraram os cerca de mil torcedores catarinenses presentes no estádio. E faltou um triz para o retorno triunfal do clube à elite ter resultado prático na tabela. O Joinville passou mais de 70% do tempo com um jogador a menos, sendo acossado pelo adversário, e resistiu até os 42 minutos do segundo tempo. Kempes, coitado, quase morreu de solidão no ataque. Foi particularmente bem o goleiro Oliveira, com três defesas difíceis na etapa inicial, mas incapaz de evitar o gol de Vinícius. Curiosamente, o JEC foi vazado no período do jogo em que esteve melhor – no primeiro, cedeu espaços exagerados, mesmo com um a menos, a um adversário que tinha três volantes.


Gremio 3 x 3 Ponte Preta




Se o Grêmio comprar um circo, é possível que o anão cresça no dia seguinte – tamanha a má fase. Em uma semana, perdeu a final do Campeonato Gaúcho, viu sua principal contratação da temporada (Cebolla Rodríguez) pedir rescisão de contrato e cedeu duas vezes o empate à Ponte Preta em casa na estreia no Brasileirão – na segunda vez, no último lance do jogo, quando tinha um jogador a mais em campo. Até nas boas notícias há problemas. Yuri Mamute, muito bem na partida, autor de dois gols, agora defenderá a seleção brasileira sub-20 – e ficará mais de um mês ausente. O 3 a 3 da manhã deste domingo fugiu da curva tricolor em uma temporada de poucos gols feitos, mas também poucos cedidos na equipe de Felipão. Chama a atenção que o time tenha permitido duas vezes a reação do adversário. A tradição do Grêmio é buscar resultados impossíveis, não cedê-los. Estreia decepcionante. Reforços são absolutamente necessários.

Fará um mês, nesta segunda-feira, que a Ponte Preta quase eliminou o Corinthians nas quartas de final do Campeonato Paulista. A derrota por 1 a 0 na casa do adversário foi injusta. A Macaca dominou o primeiro tempo e teve um gol mal anulado. Mas ficou, daquele 11 de abril, o sentimento de que havia um bom time em construção. E a impressão foi referendada na manhã deste domingo, no empate por 3 a 3 com o Grêmio na Arena. A Ponte não foi o melhor time do mundo, não foi impecável, teve falhas preocupantes, mas mostrou capacidade de reação a organização – elementos que já permitem alguma esperança de que o clube talvez não se restrinja a lutar contra a queda. Renato Cajá, com um golaço, orquestrou a reação do time, que chegou a estar perdendo por 2 a 0. A insistência foi premiada com o gol feito no último lance – por Diego Oliveira, que melhorou a equipe ao entrar no segundo tempo -, quando a Ponte tinha um a menos em campo.

São Paulo 2 x 1 Flamengo





Chame de coragem, já que tem Libertadores na semana que vem: São Paulo escalou quatro titulares de cara contra o Flamengo. Ou de prudência, já que... bom, já que tem Libertadores semana que vem: São Paulo poupou sete titulares de cara contra o Flamengo.  Certo é que o Tricolor, ao contrário da maioria dos demais brasileiros que também estão envolvidos na competição continental, preferiu não escalar um time tão suplente assim na largada do Brasileirão. E deu certo: vitória por 2 a 1 no Morumbi, vitaminada pelas entradas de Alexandre Pato e Paulo Henrique Ganso no segundo tempo. A dupla, aliás, foi responsável por desmontar o sistema defensivo do Flamengo – e mostrou que o talento, mesmo em tempos de tanta intensidade, é fundamental. Com eles, o São Paulo mudou sua postura, se tornou mais agressivo e ganhou o jogo. Pato participou do primeiro gol, marcado por Luis Fabiano, e anotou o segundo.

O Flamengo mostrou-se, e não é novidade, um time limitado – limitado a ponto de ser dominado por um São Paulo alternativo, sem sete titulares. Mesmo no primeiro tempo, quando Pato e Ganso ainda estavam no banco paulista, o time carioca pouco fez. Acontece que times limitados precisam de individualidades para sair da mesmice – e o Flamengo não as teve no Morumbi, ao contrário do oponente. A aposta de Vanderlei Luxemburgo em Almir não deu resultado, e a entrada de Mugni no lugar dele, tampouco. Marcelo Cirino, a peça ofensiva que mais dá alternativas ao time, teve péssima jornada – tão bem simbolizada no lance em que ele preferiu simular um pênalti do que tentar a jogada.  O gol rubro-negro foi ocasional: pênalti nascido em um toque no braço de Ganso em cobrança de escanteio. Domingo pobre do Flamengo.

Cruzeiro 0 x 1 Corinthians




Não tem ninguém hoje em dia que conheça melhor do que o torcedor do Cruzeiro o prazer de ganhar um Brasileirão. Talvez tenha sido por isso, por esse apego, que os bicampeões nacionais se permitiram o luxo de mandar a campo, contra o Corinthians, atletas de presença costumeira entre os titulares, mesmo tendo jogo decisivo pela Libertadores na semana que vem – nomes como Fábio, Manoel, Willians, Marquinhos e Willian. O desgaste, porém, foi em vão. A atuação pobre da Raposa na derrota por 1 a 0 aumentou um pouco o alerta que vem preocupando os torcedores em 2015: a impressão de que o elenco celeste já não é tão bom como nos anos anteriores. O empate talvez fosse mais justo, mas o Cruzeiro pagou o preço da desatenção na hora do gol, quando deixou Edílson livre para mandar chute cruzado – bem aproveitado por Romero.

O Corinthians começou o ano como melhor time do país, com sobras: organizado e envolvente, ágil sem deixar de ser técnico. E aí se acomodou. E se tornou uma equipe previsível. E passou a acumular resultados ruins. Para sair do futebol óbvio, talvez o Timão precisasse justamente do improvável: uma vitória, com os reservas, sobre o bicampeão brasileiro. O 1 a 0 deste domingo, em Cuiabá, foi melhor como resultado do que como atuação, mas era justamente de um resultado que a turma de Tite mais precisava – e nem tanto pela tabela: mais pela recuperação de ânimo mesmo, pela força extra para tentar virar sobre o Guaraní, do Paraguai, na Libertadores. Apenas Cássio foi titular, e o inusitado se mostrou de várias formas: com Danilo jogando muito pouco e com Romero, tão pouco utilizado, fazendo o gol da vitória. Em tempos de busca de alternativas na equipe, pode ser boa notícia a atuação consistente de Vágner Love, melhor do que nos jogos anteriores.


Atletico Paranaense 3 x 0 Internacional




É uma pequena maluquice do futebol que um time que lutou contra o rebaixamento no Campeonato Paranaense aplique 3 a 0 no melhor brasileiro da Libertadores. Claro, a presença de reservas (e outros que nem isso são) no Inter ajuda a explicar a vitória do Atlético-PR, mas o resultado não deve ser desmerecido por isso. Fosse qual fosse a formação colorada, a vitória rubro-negra é expressiva e ajuda a amenizar as desconfianças – que, por outro lado, não devem ser esquecidas. O mais animador no Furacão foi a presença fatal de Walter, responsável direto por três gols. No primeiro, muito bem colocado no meio da zaga, concluindo de primeira. No segundo, ao sofrer o pênalti (bem) cobrado por Felipe. No terceiro, mandando uma patada na direção do gol e contando com a imperícia de Paulão, que mandou contra. Walter, para ser um dos melhores atacantes do país, precisa de carinho, precisa de acolhimento, precisa se sentir em casa. E essa aproximação entre ele e a torcida, neste domingo, pode ser até mais valiosa do que a vitória.

Aconteceu algo curioso com o Inter em 2015. Ciente de que tinha deficiências no elenco, o clube foi às compras. Buscou lateral-direito (Léo), zagueiro (Réver), meia (Anderson) e atacante (Vitinho), entre outros. Enquanto essa turma tentava entrar em forma, porém, uma gurizada se consolidava nos treinamentos – casos de Rodrigo Dourado, Valdívia, Eduardo Sasha. Consequência: os medalhões saíram do time. E depois saíram até do banco. E aí ganharam uma rara chance contra o Atlético-PR. E provaram, em um ciclo autoexplicativo, por que saíram do time, por que saíram até do banco. Foram engolidos pelo Furacão. Anderson tem o rendimento de quem não joga futebol há anos (bom, é quase isso mesmo), Vitinho parece mais no mundo da lua do que dentro de campo, Réver dá pinta de estar duas décadas distante daquele zagueiro espetacular de 2013. Curiosamente, a pior derrota de Diego Aguirre mostrou que ele está certo: certo em apostar nos jovens enquanto os reforços decepcionam sucessivamente.

Sport 4 x 1 Figueirense





Se o Campeonato Brasileiro terminasse hoje, o Sport seria o campeão brasileiro, dirão os piadistas. Foi muito bem o Leão em sua estreia: 4 a 1 e muita imposição sobre o Figueirense. É um resultado a ser celebrado neste ano de tantas dúvidas, de tantas desconfianças. Mas ele não pode cegar os pernambucanos. Há no placar algo de sorte – sorte não apenas por enfrentar o Figueirense (longe de ser um favorito) em casa na estreia, mas de enfrentar um Figueirense reserva. Nessas condições, não poderia haver oponente melhor. Bom, mas azar é do oponente. O Sport fez o que teve que fazer: goleou, largou com três pontos preciosos e viu Diego Souza ganhar confiança com os dois gols de pênalti marcados. Mas gol bonito mesmo foi o de Renê. Só que calhou de ser contra...

Imagine a agonia de Argel: sabe que tem um elenco limitado, sabe que precisa pontuar no Brasileirão, sabe que tem clássico decisivo contra o Avaí na quarta-feira pela Copa do Brasil e sabe que precisa dar um jeito de equilibrar todas essas variantes. Deu no que deu. Com reservas, o Figueirense levou 4 a 1 do Sport na Ilha do Retiro – um preço caro a ser pago pelo risco corrido. A falta de entrosamento da equipe ficou evidenciada em um meio-campo desconexo, de rendimento quase nulo – facilmente dominado pelo adversário. O zagueiro Bruno Alves foi a personificação da má jornada catarinense: mal posicionado no primeiro gol, autor de um dos pênaltis e expulso de campo.


Vasco 0 x 0 Goias




É muito cedo, claro, para verdades absolutas, mas o empate por 0 a 0 com o Goiás tem potencial para ser um esboço daquilo que o Vasco fará ao longo do Brasileirão: um time de pouca inspiração, com defesa sólida e setor ofensivo burocrático, capaz de construir resultados pontuais em partidas pouco animadoras. Luan e Rodrigo formam uma dupla de zaga bastante confiável – e o panorama melhora com a presença de Martín Silva. Mas não há contrapartida ofensiva. Dagoberto foi utilizado mais recuado, para tentar oferecer alguma dinâmica ao ataque, mas não conseguiu. É compreensível: esse não é o habitat dele. Falta um jogador criativo ao Vasco – pelo visto, não será Marcinho. Se não tiver um atleta assim, o time carioca padecerá da realidade que já vivenciou neste domingo: passar uma partida inteira sem ter uma chancezinha sequer de gol.

O Goiás foi o time mais faltoso da primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Foram 27 infrações no 0 a 0 com o Vasco. Não é por acaso. O número apenas reforça a característica de um time mais propenso a destruir do que a construir. As qualidades do Esmeraldino em São Januário foram defensivas: a capacidade de praticamente não deixar o campeão carioca ameaçar. Na hora da criatividade, porém, foi um conjunto vazio – tanto que só finalizou cinco vezes, e em apenas uma dela com algum perigo: em falta bem cobrada por Felipe Menezes. Destaque para a dupla de zaga, formada por Felipe Macedo e Alex Alves, com oito desarmes e uma roubada de bola cada.


Avai 1 x 1 Santos




Partindo-se da lembrança de que o Avaí lutou contra o rebaixamento no Campeonato Catarinense, até que foi animador o começo de Brasileiro do time de Floripa. E em especial pelo segundo tempo, quando ele dominou completamente o Santos, buscou o empate por 1 a 1 e poderia ter vencido o duelo. O técnico Gilson Kleina não viu razão para preservar seu time titular, apesar do duelo com o Figueirense, quarta-feira, pela Copa do Brasil. Marquinhos provou mais uma vez que é a figura central da equipe: mandou uma bola na trave e, de falta, fez o gol da igualdade. A equipe, reiteradamente apontada como candidata forte ao rebaixamento, mostra evolução e deixa alguma esperança ao torcedor. O drama desenhado nos primeiros meses de 2015 pode não ser tão forte assim, no fim das contas.

O Santos pagou por sua bipolaridade no empate por 1 a 1 com o Avaí. Teve duas personalidades em Florianópolis. No primeiro tempo, foi um time dominante, impositivo. Não por acaso, saiu na frente. Mas cometeu o mesmo pecado da final do Campeonato Paulista, contra o Palmeiras: não matou o jogo e permitiu que o adversário reagisse. Pior: foi uma equipe careta, previsível, sem a fome que se exige para brigar pelo título. E o técnico tem responsabilidade nisso. A primeira troca de ordem tática de Marcelo Fernandes aconteceu apenas aos 33 minutos do segundo tempo, quando Gabriel entrou no lugar de Geuvânio – antes, Werley, machucado, dera lugar a Gustavo Henrique, que acabaria expulso na reta final da partida. É possível exigir mais do campeão paulista.

Ficando então com a seguinte colocação

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Liga dos Campeões

Ola pessoal é com muito orgulho que eu declaro que voltaremos a postar aqui no Chute para delirios dos fãs... Quase ninguem mais deixa isso quieto

Ja voltamos eu ritmo pesado com a 2º fase da liga dos campeões que sinceramente ta pegando fogo ultimamamente confira abaixo os gols

Primeiramente vamos com

Juventus x Real Madrid








A Juventus largou em vantagem na busca por uma vaga na final daLiga dos Campeões . Nesta terça-feira, a equipe italiana recebeu o poderoso Real Madrid e impôs a força da equipe em seu estádio: a vitória por 2 a 1 deixa o clube da Itália a um empate da sonhada decisão do principal torneio entre clubes da Europa. O grande astro da noite foi, para variar, Carlitos Tevez: o argentino participou da jogada do primeiro gol, sofreu pênalti e marcou para dar a vitória para a Juve. O confronto colocou frente a frente um dos mais poderosos times do cenário internacional contra a equipe que domina o futebol italiano nos últimos anos. Melhor para a Juventus, que, com uma defesa bem postada, controlou o rival e quase nem sofreu sustos no segundo tempo.Em casa, os italianos começaram bem a partida e foram para cima dos poderosos espanhóis. Tal estratégia deu certo e logo no início Morata aproveitou rebote de Casillas em chute de Tevez para marcar. O Real não se assustou com o gol e conseguiu igualar o jogo pouco mais tarde. Na base da troca de passes e paciência, a equipe marcou com Cristiano Ronaldo, sempre ele. A primeira etapa terminou de forma equilibrada e posse de bola rigorosamente dividida, sem antes o Real acertar o travessão italiano.

O segundo tempo voltou sem pressão dos donos da casa, mas mesmo assim os italianos marcaram primeiro. O ex-corintiano Tevez, em grande ano, sofreu pênalti e cobrou para a loucura contaminar o Juventus Stadium. O time espanhol até tentou buscar o empate, mas saiu derrotado do jogo de ida.

A partida de volta entre as duas equipes está marcada para a próxima semana, na quarta-feira, no Santiago Bernabéu. O time italiano pode empatar o jogo, mas uma vitória simples por 1 a 0 garante o Real Madrid na final. Quem passar, enfrenta o vencedor de Barcelona x Bayern de Munique.






Agora vamos com:



Barcelona x Bayern de Munique








Em um jogo apertado, de extremo equilíbrio e chegando ao seu término, Lionel Messi mostrou porque já foi eleito o melhor do mundo quatro vezes. Em dois lances isolados no final da partida, o argentino desequilibrou um primeiro confronto difícil contra o Bayern de Munique e deu larga vantagem ao Barcelona para a partida de volta pelas semifinais da Liga dos Campeões. Um gol de Neymar já nos acréscimos completou o placar de 3 a 0 no Camp Nou e deixou o time espanhol confortável para o jogo na Alemanha na próxima terça-feira.Messi fazia uma boa partida, mas longe de suas melhores jornadas quando, já aos 31min do segundo tempo, aproveitou passe do “ladrão de bola” Daniel Alves e acertou chute da entrada da área, sem dar chances a Neuer. Três minutos depois, uma pintura. Após drible desconcertante em Boateng, tocou por cobertura na saída do goleiro que o frustrou na final da Copa do Mundo. Nos acréscimos, Neymar deu números finais em rápido contra-ataque.



O drible que Messi deu em Boateng gerou muitos memes na internet:

Resultado de imagem para zoação messi boateng
Resultado de imagem para zoação messi boateng
Resultado de imagem para memes boateng
Resultado de imagem para memes boateng

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Botafogo estaria no seu fim ?

Eu sei que já faz muito tempo que eu não posto nada no blog mais eu prometo que irei voltar com tudo já este mês. No dia 12 de Agosto deste ano o Clube de Regatas Botafogo completou 110 anos,sem nenhum motivo de comemoração,pois o clube carioca passa por uma terrível crise.Essa crise se agravou tanto que 6 jogadores do Glorioso não receberam mais salario eles são:Lucas, Marcelo Mattos, Bolívar, André Bahia, Tanque Ferreyra e Bolatti A diretoria, no entanto, disse que ainda fará uma tentativa com investidores para conseguir dinheiro para o pagamento destes seis atletas, que já conversaram com o técnico Vagner Mancini e externaram a insatisfação. Ficará a cargo do treinador avaliar se vale a pena escalá-los no clássico com o Fluminense, domingo, em Brasília.Alguns atletas chegaram a dizer que, se o pagamento não fosse para todos, que preferiam não receber resultando assim na perda de vários de seus jogadores possibilitando na total falência e até pior deixando de existir querendo ou não o Botafogo é um grande clube brasileiro que lançou vários craques que ajudaram muito para varias conquistas da seleção e até pro próprio clube.Vagner Mancini está impressionado com a situação encontrada no Botafogo. Nesta terça-feira, alguns cheques com o pagamento referente a um mês de salários atrasados seriam pagos ao elenco, mas a notícia que seis jogadores não receberiam o montante, causou espanto. - Hoje eu vi uma situação que nunca vi em 30 anos de futebol. Uma parte do elenco recebeu e a outra não. A cada dia que passa fica mais difícil, o clima ficou muito pesado após a notícia dos salários. A gente teme perder jogadores, tenho a palavra deles, mas com essa diferença eu não sei até quando irá o limite de cada um - disse à ESPN.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Na manhã desta quinta-feira, o zagueiro David Luiz foi oficialmente apresentado no Paris Saint-Germain. A negociação, que envolveu em torno dos € 50 milhões (cerca de R$ 150 milhões) pagos ao Chelsea, tornou o brasileiro o defensor mais caro do mundo. O dono e presidente do PSG, xeque Nasser Al-Khelaifi, entretanto, não achou que esse valor tenha sido muito elevado.- Não acho que foi muito caro. É um grande jogador. Claro que eu tentei pagar mais barato, mas é o preço. Como eu já disse, era fundamental contratar o David Luiz - afirmou o bilionário. O alto investimento feito pelo xeque Al-Khelaifi, porém, chega com uma cobrança bem clara: ganhar o principal título europeu. Para isso, o clube francês conta com aquela que já foi considerada a melhor dupla de zaga do mundo, com David ao lado de Thiago Silva. No ataque, o PSG tem o sueco Ibrahimovic e o uruguaio Cavani. E para o meio-campo busca o argentino Di María, apesar dessa negociação ter esfriado por conta da alta pedida do Real Madrid. - Nosso objetivo é muito claro para todos: conquistar a Liga dos Campeões. O David Luiz já ganhou a Liga dos Campeões, já ganhou a Liga Europa e ganhou muitos títulos nos clubes pelos quais passou - finalizou o dono e presidente do PSG.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Farsa da Copa 2014

Surgiu essa semana na internet uma forte suspeita sobre a lesão(obs: não sabiam que perderíamos de 7 da Alemanha). Um site espanhol, chamado Mundo Clay, levantou a hipótese de que a fratura de Neymar, durante o jogo com a Colômbia, não passou de armação.conforme ele, o craque foi levado para o hospital em uma maca, mas entrou no lugar com o rosto tampado com uma toalha. Pode ser que tenha sido para se preservar das câmeras, pode ser que estivesse chorando e, conforme o site, pode ser que tenha sido um sósia.Veja o vídeo: Mas esse não foi o único motivo da desconfiança. De acordo com a publicação, o braço direito do jogador, que aparece no vídeo, está completamente limpo. O estranho, como eles comentaram, é que o craque tem esse mesmo braço contornado com uma tatuagem do nome do filho.
Em meio a isso tudo varias outras coisas sobre a Copa do Mundo á rumores de que a copa tinha sido uma farsa desdo sorteio como mostra o vídeo abaixo:

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Neymar fora da Copa

Realmente uma grande perda do Brasil o jogador Neymar Jr está fora da Copa do Mundo após o lance contra o jogador Zúñiga da Colômbia que momentos depois do jogo foi "detonado" nas redes sociais cerca de 10 mil internautas brasileiros entraram no Instagram do colombiano.
Assim que a informação da lesão de Neymar foi confirmada varias mensagens chegaram ao jogador como essas: - Suaréz suspenso por 9 jogos por causa de uma mordida. E esse colombiano merece o que? - O juiz não fica atrás, nem cartão ele deu cara, o Marcelo teve que implorar pra atenderem o Neymar - "Deus está vendo o que você fez pro Neymar! Vai pagar pelo mal que fez a ele." #aquisefaz #aquisepaga #tudoquevai #volta - disse Fernanda Souza, namorada do pagodeiro Thiaguinho. o brasileiro levou uma joelhada do colombiano e deixou o campo de maca, chorando. Uma fratura na terceira vértebra lombar foi confirmada e Neymar está fora da Copa do Mundo.

Neymar fora da Copa ?

O Brasil venceu a Colômbia (2 a 1), mas ficou sem Neymar para o resto da Copa do Mundo. O atacante sofreu uma fratura na terceira vértebra lombar e não terá mais condições de atuar pela Seleção Brasileira no Mundial. Ele sofreu uma joelhada nas costas do colombiano Zúñiga, pouco antes do fim do segundo tempo, e saiu de campo de maca, chorando muito. O camisa 10 do Brasil foi avaliado no Hospital São Carlos, na Zona Norte de Fortaleza, no Ceará. Apesar disso, o craque continuará com a delegação verde e amarela. - O exame de tomografia computadorizada que foi feito mostrou uma fratura no processo transverso no nível da terceira vértebra lombar. Ou seja, é uma fratura na região da coluna, não é uma fratura grave, que precise de tratamento cirúrgico, mas limita muito os movimentos. Ele vai sentir dor por um certo tempo, precisa de uma imobilização, de uma cinta lombar para o controle da dor. Infelizmente não vai ter condições de jogar. O prazo de uma semana é muito curto para que ele tenha condições de voltar. Mas em termo de expectativa de recuperação é uma fratura que evolui muito bem, que a expectativa de consolidação futura é muito boa - disse em entrevista ao SporTV Rodrigo Lasmar, um dos médicos da Seleção Brasileira.