sexta-feira, 6 de junho de 2014
Pronto para jogo da Espanha, Diego Costa diz: "Sou e me sinto brasileiro"
O atacante Diego Costa, que sofreu desde o fim da temporada europeia com um problema muscular, foi confirmado pelo técnico da Espanha, Vicente del Bosque, para o amistoso deste sábado, contra El Salvador. Após o treinamento desta sexta, O jogador, que é brasileiro de nascimento mas ganhou a cidadania espanhola após jogar por mais de cinco anos no país, explicou aos jornalistas presentes ao FedEx Field, em Washington, o porquê de ter optado pela seleção europeia.
- Scolari nunca me telefonou. O único técnico com quem falei foi Del Bosque, que se preocupou comigo, me convidou para comer e me fez saber que contava comigo. Estou muito feliz porque aqui me receberam como irmão - disse Diego Costa em entrevista coletiva reproduzida pelo jornal "As".
O atacante do Atlético de Madrid chegou a participar de dois amistosos pela seleção brasileira em 2013, pouco antes da Copa das Confederações, mas ficou fora da lista para a competição. Depois, o técnico Luiz Felipe Scolari chegou a demonstrar interesse em contar com o jogador para a Copa do Mundo, mas Diego fez a opção por defender a Espanha. Apesar disso, seu amor pelo Brasil segue intacto, garante ele.
- Sou e me sinto brasileiro e isso nunca vai mudar. Sou do estado do Sergipe, no coração do país. Na minha casa em Madri mantenho os costumes brasileiros e isso nunca vai mudar. Quero ganhar o Mundial com a Espanha, mas se não for possível meu segundo desejo é que ganhe o Brasil.
Por fim, Diego Costa garantiu que está curado. O jogador saiu logo no início da decisão da Liga dos Campeões, diante do Atlético de Madrid, porque voltou a sentir dor na coxa machucada. São quase duas semanas passadas desde aquela partida.
- Me encontro bem fisicamente e estou muito motivado para jogar este Mundial. Não vou me poupar nada. Vou me entregar neste Mundial como sempre fiz nas equipes que joguei.
A bola rola para Espanha x El Salvador às 17h deste sábado. Será o último amistoso dos espanhóis antes da estreia no Grupo B da Copa do Mundo, dia 13 de junho, contra a Holanda.
De peso: seleção dos vetados tem craques como Ribéry e Falcao Garcia
Nesta sexta-feira, mais uma notícia de corte por causa de lesão mexeu com o clima pré-Copa do Mundo, ainda mais porque o jogador em questão é um dos melhores do mundo, o francês Ribéry. O craque do Bayern de Munique se junta a um grupo de atletas que, caso formassem uma seleção, poderia dar muito trabalho para as principais equipes. Alguns dos machucados, como o goleiro Valdés, da Espanha, foram descartados antes mesmo da convocação inicial, e outros, como o colombiano Falcao Garcia, tentaram, em vão, se recuperar durante a preparação.
A poucos dias da Copa, a expectativa dos amantes do futebol é de que esta lista de 29 cortados não cresça ainda mais. O alemão Marco Reus, que torceu o tornozelo em amistoso com a Armênia, nesta sexta, corre risco. Alguns outros jogadores ainda são motivo de preocupação por causa da questão física, entre eles grandes protagonistas da competição, como o português Cristiano Ronaldo, o uruguaio Luiz Suárez, o espanhol Diego Costa, o chileno Alexis Sánchez e os alemães Schweinsteiger e Manuel Neuer.
Como todo time começa com um grande goleiro, a seleção dos machucados teria Victor Valdés, do Barcelona, que não pôde viajar para o Brasil por causa de um problema nos ligamentos do joelho direito. Na zaga, o também espanhol Arbeloa, do Real Madrid, o ganês Akaminko, do Eskişehirspor-TUR, e o alemão Schmelzer, do Borussia Dortmund, poderiam formar o trio defensivo.
No meio de campo é onde há a maior quantidade de opções - e de machucados. O setor poderia ter uma formação com o alemão Gundogan, também do Dortmund, o holandês Strootman, do Roma, o brasileiro naturalizado espanhol Thiago Alcântara, do Bayern, o italiano Montolivo, do Milan, e o francês Ribéry. Outras alternativas seriam o holandês Rafael Van der Vaart, do Hamburgo, o alemão Lars Bender, do Bayer Leverkusen, e o chileno Matías Fernández, da Fiorentina.
O ataque também seria de peso, com o colombiano Falcao Garcia, do Monaco, e o italiano Giuseppe Rossi, artilheiro da Fiorentina. No banco, o belga Benteke, do Aston Vila e o inglês Theo Walcott, do Arsenal.
A Copa do Mundo começa na próxima quinta-feira, dia 12 de junho, às 17h, com o jogo entre Brasil e Croácia, na Arena Corinthians.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Comercial ironiza S. Ramos: ‘O futebol fala inglês; nosso zagueiro, não’
No melhor estilo “muy amigo”, um curso de inglês resolveu usar Sergio Ramos como protagonista de uma campanha que vem mexendo com torcedores da Espanha na internet. No anúncio, o American British Academy ironiza as dificuldades do zagueiro da Roja com a língua estrangeira e pede que torcedores enviem sugestões de frases prontas – para que ele possa lidar com árbitros ou a imprensa na Copa do Mundo.
Um vídeo em tom épico alimenta a brincadeira O texto, recheado por imagens de cenários como o Maracanã, é irônico com Sergio Ramos:
- A cada quatro anos, algo atrai todos os olhares. Um chamamento à história, um lugar onde todos querem estar: o Mundial. Rivais a intimidar. Pênaltis a reclamar. Entrevistas de imprensa das quais escapar. Fãs a cativar. Um espetáculo único em que não se permitem erros. O futebol fala inglês; nosso zagueiro, não.
Torcedores entraram na onda da brincadeira. Frases em inglês como “Robben, sou seu pai” ou “Vá em frente, mas vou tirar a bola de você” começaram a ser citadas por internautas em redes sociais como inspiração para o atleta.
A sacada do curso de inglês decorre da fama que Sergio Ramos ganhou especialmente em 2012, quando protagonizou um anúncio de Natal da Fundação Real Madrid falando um inglês longe do ideal – ele diz algo como “Morry Christmas”, em vez de “Merry Christmas”. O conteúdo chegou a ser retirado do ar, tamanhas as ironias que rendeu. O defensor, pelo twitter, disse na época que faria qualquer coisa para dar uma mensagem positiva às crianças.
Independentemente do nível do inglês falado por Sergio Ramos, o fato é que o jogador chega à Copa do Mundo em um de seus melhores momentos na carreira. Foi fundamental no título da Liga dos Campeões pelo Real Madrid e é titular absoluto da Espanha, agora como zagueiro – foi lateral-direito em 2010.
A Roja está no Grupo B, com Holanda, Chile e Austrália. A estreia é dia 13, em Salvador, contra a seleção laranja, em uma repetição da final da última Copa.
Protesto erra no inglês e vira piada
Um protesto contra a Copa do Mundo do Brasil acabou virando piada em Curitiba, na quarta-feira. Um vândalo pichou um ônibus biarticulado e tentou passar sua mensagem em inglês, mas errou na grafia de uma palavra e, com isso, trocou o alvo de seu protesto. O vândalo pichou “Fuck Word Cup”, trocando world (mundo) por word (palavra e também nome do programa de edição de textos da Microsoft). A confusão foi postada em redes sociais por um perfil de humor e teve centenas de compartilhamentos. O protesto pode custar caro ao vândalo. Pichar ônibus em Curitiba paga uma multa de R$ 1.693,84.
CR7 terá desafio de enterrar maldição dos melhores do mundo em Copas
Muita pressão, declínio técnico ou azar? Os questionamentos são vários. As respostas, nem tanto. O fato é que uma misteriosa coincidência é constatada há cinco Copas do Mundo. Desde o Mundial dos Estados Unidos, em 1994, o jogador que chega com o título de melhor do planeta pela Fifa não consegue corresponder e levar sua seleção ao título mundial. Dois tiveram boas atuações, como é o caso de Roberto Baggio, em 1994, e Ronaldo, em 1998, mas fracassaram na decisão. Os outros três - Luís Figo, em 2002, Ronaldinho Gaúcho, em 2006, e Messi, em 2010 - não conseguiram ser protagonistas. Agora, quem tem nas costas o peso da Bola de Ouro é Cristiano Ronaldo. Caberá a ele dar um fim a essa "maldição".
Mas, afinal, qual o motivo para a queda dos jogadores considerados tops logo na competição mais importante do mundo? Fatores psicológicos e uma atenção maior dos adversários podem explicar o mistério.
- Essa atenção extra de ser o Bola de Ouro também pode funcionar ao contrário. Os treinadores e marcadores adversários tendem a ter mais cuidado ao enfrentar um craque consagrado, e os marcadores estão motivados a fazer uma final de Copa do Mundo para anular esses jogadores. Outra possibilidade é o desgaste psicológico que esses atletas sofrem durante toda a temporada - afirmou Maurício Pinto Marques, doutor em Psicologia do Esporte pela Universidade Autônoma de Barcelona.
O desgaste psicológico e físico é, segundo Maurício, uma das principais causas da queda de rendimento na principal competição mundial. A exigência que sofrem esses atletas, por estarem disputando decisões nos principais campeonatos, faz com que o jogador chegue esgotado ao fim da temporada. Quando, então, inicia a Copa do Mundo.
- Uma hipótese é de que esses jogadores já cheguem bastante desgastados psicologicamente e fisicamente por virem de temporadas muito fortes em que renderam e isso pode refletir em um campeonato "intenso" como a Copa do Mundo. Mas também há que se considerar que o clube e a seleção são duas realidades distintas, é outro "time", e assim o papel do craque e sua função variam bastante.
Os cuidados de CR7
Cristiano Ronaldo chega à Copa do Mundo do Brasil na melhor fase de sua carreira. Artilheiro da Europa, conquistou a Liga dos Campeões com o Real Madrid nesta temporada. Em 2013, quebrou a hegemonia de Messi e foi eleito o melhor do mundo pela segunda vez na carreira. Em contrapartida, não está na sua melhor forma física. CR7 tem sofrido com lesões que o atrapalharam na reta final da temporada europeia.
Para Maurício, um trabalho psicológico prévio será fundamental para que o português consiga render em alto nível no Mundial.
- Um acompanhamento psicológico individual do atleta e suas questões pessoais, de como reagir sob pressão e buscar seu espaço na seleção, são importantes. É fundamental também trabalhar em grupo, com um trabalho com o elenco, lidando com os diferentes papéis dos jogadores, podendo até trabalhar o papel de protagonista do craque, ou ainda a divisão de responsabilidades.
Confira a trajetória em Copas dos outros melhores do mundo:
Estados unidos 1994
O atacante italiano Roberto Baggio chegou aos Estados Unidos com o peso de ser eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 1993. Na temporada anterior, 1992/1993, conquistou o título da Copa da Uefa pelo Juventus e passou a ser comparado a Michel Platini, ídolo da equipe. Os primeiros três jogos na fase inicial não tiveram boa participação do atacante. Baggio só passou a comprovar o status de melhor jogador do planeta a partir das oitavas de final.
A Itália chegou à decisão da Copa do Mundo contra o Brasil vencendo as oitavas, as quartas e as semifinais por 2 a 1. Nas três partidas Baggio balançou a rede. Contra a Nigéria, fez dois gols que deram a vitória à Azzurra, de virada. Nas quartas, frente à Espanha, abriu o placar. Foi novamente decisivo diante da Bulgária de Stoichkov, artilheiro daquele Mundial, marcando os dois gols italianos. Foram cinco marcados e a vice-artilharia da competição.
A “maldição” apareceu pela primeira vez sobre o melhor jogador do mundo na grande final da Copa do Mundo de 1994. Apagado durante todo o tempo regulamentar, Baggio ainda acabou colocando por cima do gol de Taffarel o sonho da Itália de conquistar o tetracampeonato. A cobrança do atacante italiano, nas penalidades que decidiram a Copa, ficou marcada na história da competição. Baggio bateu muito mal, e a bola foi longe da meta brasileira.
- Nunca havia cobrado um pênalti por cima do gol. Acho que foi o (Ayrton) Senna que puxou aquela bola para o alto. Acredito que foi ele que fez o Brasil vencer. É uma ferida que nunca vai se fechar. Sempre sonhei disputar uma final de Copa do Mundo, e o rival dos meus sonhos era o Brasil. Quando tive a oportunidade, desperdicei aquele pênalti. Na hora, quis cavar um buraco para me esconder. Depois, pensei que, como o Brasil tem muito mais habitantes que a Itália, eu fiz mais gente feliz com aquela cobrança – disse o atacante, em 2010
FRANÇA - 1998
O Brasil desembarcou na França em busca do pentacampeonato como franco favorito. Não tinha Romário, craque da Copa do Mundo de 94, lesionado. Mas contava com Ronaldo, que ganhara a alcunha de “Fenômeno” pelos gols nas duas temporadas que antecederam o Mundial. O camisa 9, que se tornaria ao longo dos ano o maior artilheiro dos Mundiais, chegou com a credencial de ser o melhor jogador do mundo nos anos de 1996 e 1997.
A seleção brasileira conseguiu avançar até a decisão contra os anfitriões. Ronaldo marcou quatro gols antes da final.
Porém, na véspera da decisão, uma estranha notícia assustou os torcedores brasileiros. Ronaldo estaria fora da decisão contra a França. O jogador havia sofrido convulsões durante a noite, e Edmundo iria começar a partida. Antes de a bola rolar, o camisa 9 foi confirmado em campo. Segundo o departamento médico, estava apto para disputar a final. Não foi o que se viu dentro do gramado. Ronaldo, assim como o restante da equipe, não teve boa atuação, e viu Zidane & cia. darem o título mundial para a França.
COREIA E JAPÃO - 2002
Um português era o principal astro da primeira Copa no continente asiático. Luís Figo, que havia trocado o Barcelona pelo Real Madrid para conquistar a Liga dos Campeões da Europa em 2001/2002, tinha a missão de levar Portugal longe na Copa do Mundo.
Passar da primeira fase parecia a menor das missões. A equipe lusitana estava no Grupo D ao lado de uma anfitriã, a Coreia do Sul, e dois países sem expressão no futebol mundial: Estados Unidos e Polônia. Figo não estava em sua melhor forma física. Prova é que o meia não marcou um único gol nos três jogos. De quebra, viu Portugal ser eliminado com duas derrotas para os americanos e coreanos.
Em 2012, o meia desabafou em entrevista ao site da Federação Portuguesa de Futebol.
- A nossa presença no Mundial de 2002 foi um desastre em todos os sentidos. Eu me encontrava meio lesionado, com uma situação complicada, e o meu rendimento desportivo não foi bom. Foi duro – afirmou.
O atacante se recuperaria em uma Copa do Mundo em 2006 ao ser o capitão de Felipão na equipe, que levou Portugal pela segunda vez na história a uma semifinal.
ALEMANHA - 2006
Pentacampeão com o Brasil em 2002, Ronaldinho Gaúcho era o principal astro do chamado quadrado mágico do time canarinho. Ao lado de Kaká, Adriano e Ronaldo, Gaúcho chegava à Alemanha credenciado como o melhor jogador do mundo por dois anos seguidos. Ídolo do Barcelona, Ronaldinho tinha acabado de ganhar aplausos até da torcida do maior rival, o Real Madrid, em pleno Santiago Bernabéu.
Camisa 10, Ronaldinho tinha o peso de ser pela primeira vez o grande protagonista da seleção brasileira. Algo que não conseguiu. O Brasil chegou até as quartas de final e acabou eliminado pela França liderada por Zidane. Gaúcho passou os quatros jogos anteriores sem marcar um gol. As incríveis arrancadas e jogadas individuais não foram vistas.
A eliminação na Copa da Alemanha iniciou o declínio na carreira de Ronaldinho. Ao retornar para o Barcelona, acabou negociado na temporada seguinte com o Milan. O brasileiro não conseguiu repetir as boas atuações na Itália e retornou ao Brasil em 2011 para defender o Flamengo.
ÁFRICA DO SUL - 2010
O argentino Lionel Messi havia disputado a Copa da Alemanha e chegava à África do Sul como astro do Barcelona. Eleito melhor do mundo em 2009, Messi conquistou na temporada que antecedeu o mundial seis taças com o Barcelona, inclusive a Liga dos Campeões.
A aposta argentina era tanta em seu camisa 10 que o escolhido para treinar a equipe foi Maradona. O pensamento da Federação Argentina era que o maior ídolo do futebol argentino motivaria a equipe para correr por Messi. Porém, Lionel não foi capaz de fazer a diferença para os hermanos. Inclusive, conhecido por ter recorde de gols com a camisa do Barcelona, o camisa 10 da Argentina não marcou sequer um gol na campanha que terminou nas quartas de final. Messi viu a Argentina ser goleada pela Alemanha por 4 a 0.
De positivo para os argentinos fica que, desde a Copa de 2010, a carreira de Messi cresceu. O camisa 10 acabou sendo eleito mais três vezes o melhor jogador do mundo. Só em 2013 o craque não levou o troféu. Por isso não chegará com a pressão de ser o maior astro do futebol mundial na Copa do Brasil deste ano.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Feitiço
Feitiço. Esta é a mais nova explicação para a lesão muscular que vem atormentando Cristiano Ronaldo. O melhor jogador do mundo teria sido vítima de um feiticeiro ganês, segundo o jornal "O Jogo". Segundo o diário, Nana Kwaku Bonsam garantiu ser o responsável pela lesão de Cristiano Ronaldo para impedir que o português enfrente a sua seleção no Mundial – Gana e Portugal estão no Grupo G da Copa do Mundo, e os dois se enfrentam apenas na última rodada da chave, dia 26, no Mané Garrincha, em Brasília.
O feiticeiro teria usado quatro cães, na última semana, para para invocar o espírito Kahwiri Kapam e provocar lesões no craque português, impedindo que ele esteja em campo contra Gana e, consequentemente, durante toda a primeira fase do Mundial.
– Eu sei qual é a lesão de Cristiano Ronaldo, porque estou trabalhando nela. Estou falando muito sério. Avisei há quatro meses que trabalharia para que ele não pudesse enfrentar Gana. Esta lesão não pode ser curada por médico algum. Eles não conseguirão entender a causa, porque ela é espiritual. Hoje é o joelho, amanhã será a coxa, no dia seguinte será outra coisa – disse o feiticeiro em entrevista à rádio "Citi FM", de Gana.
Mesmo diante do trabalho de Bonsam, Cristiano Ronaldo foi a campo nesta quarta-feira, em Florham Park, Nova Jersey, onde a seleção portuguesa vem treinando para o amistoso contra o México no próximo sábado, às 21h30 (de Brasília). O camisa 7 trabalhou com bola.
A primeira rodada do Grupo G acontece no dia 16, uma segunda-feira., Alemanha e Portugal abrem a chave na Fonte Nova, às 13h, e Gana enfrenta os Estados Unidos na Arena das Dunas, às 19h.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Fim do mistério: Falcao García está fora da lista da Colômbia para a Copa
O mistério acabou, e a notícia não é nada boa para a torcida colombiana. O técnico argentino José Pekerman divulgou nesta segunda-feira a lista com os 23 nomes que representarão a Colômbia na Copa do Mundo de 2014, e o maior nome do futebol do país, Falcao García, não está nela. O atacante do Monaco foi deixado fora da equipe por não conseguir se recuperar - ou mesmo ter perspectivas de estar em condições de jogo para o Mundial - da lesão sofrida no joelho esquerdo na partida contra o modesto Chasselay, da quarta divisão francesa, em janeiro deste ano.
O jogador havia se submetido a uma cirurgia no local e corria contra o tempo para ter condições de atuar no Mundial. García, que é o segundo maior artilheiro da seleção colombiana, com 20 gols, já havia demonstrado otimismo com a possibilidade de disputar a Copa de 2014, e estava fazendo treinos leves com bola.
- Eu tinha muita esperança de estar na Copa do Mundo. Agora que sei que não estarei no Mundial, vou dar todo apoio à seleção e aos meus companheiros. Dei tudo de mim, e essa esperança que tinha era importante para que eu continuasse me esforçando para me recuperar. Não queria tirar o lugar de um companheiro que estivesse em melhores condições, ou fazer algo que prejudicasse a minha saúde. O corte foi o mais sensato. Agora o importante é seguir em frente - disse o jogador, visivelmente emocionado na coletiva de imprensa após o anúncio do corte.
O técnico José Pekerman também não escondia sua frustração, e com os olhos marejados, resumiu o sentimento que tinha após o anúncio.
- Não é um bom dia para o futebol, tanto o colombiano como o mundial. São três jogadores que estão entre os melhores do mundo, que certamente farão muita falta. Eles sofreram problemas físicos e tentaram até o último minuto estar no Mundial. Mas não foi possível... - disse o treinador.
Além de Falcao Garcia, o defensor Amaranto Perea (Cruz Azul-MEX) e o atacante Luis Fernando Muriel (Udinese-ITA) foram os outros atletas cortados da relação.
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